Archive for the ‘Textos Infinitos’


Desejo

                                                  Desejo para outro                  

                              

  Um desejo é um sonho que se pode realizar ou não.Tudo depende de nós. Nele está presente a magia e a curiosidade do futuro.

     Mas há desejos que não se reflectem em sonhos, mas sim em filmes que, quando estamos a dormir, o nosso subconsciente mostra para dar a ideia que o nosso desejo se está a realizar.

     Neste artigo vou falar sobre os desejos ( que são sonhos), mas não para mim. Vou pedir um desejo para outro.

     Eu tenho uma amiga que adora desde há muito tempo a banda dos Tokio Hotel. Eu vejo como ela se dedica tanto àquela banda. Ela tem imensos posters,fotos, tem as canções todas escritas, postas num dossier muito giro, e sabe-as de cor e salteado. Já viu quase todos os filmes deles no youtube. Como ela é uma das minhas melhores amigas, eu adorava que ele pudesse ter a oportunidade de os conhecer ao vivo e poder falar com elese. Ela também sabe um pouco de alemão (a língua de origem daquela banda), por isso não seria difícil entenderem-se.

Imagem oferecida por:Jason’s Animation

Student Friends

                                            Amigos

                                                                           

Amigos…O significado de amigos é cumplicidade, lealdade, protecção e acima de tudo confiança.

 

Um bom amigo :

  • Sabe os limites;
  • É leal e não falso;
  • Está presente nos momentos divertidos e nos mais tristes;
  • Não  deseja mal e não tem inveja rude do outro;
  • Esta pronto para defender o outro;
  • Ajuda o outro a tomar a escolha certa (a melhor para todos);
  • Não o vira contra outras pessoas, sem razão;
  • E nunca falta ao respeito ao outro.

 

 Eu tenho a sorte de ter vários bons amigos, e o meu maior desejo em relação a eles era que  fossem o mais felizes possíveis, no presente e no futuro, pois sem eles eu não era o que sou hoje.

Por isso, para todas as pessoas: cuidem bem dos vossos amigos, e tratem-nos o melhor possível, porque ninguém vive sem amigos.

 E agora, para concluir este artigo em grande, aqui vai um pequenino poema:

*Conhecidos há muitos

Colegas também

Amigos há poucos

Sem eles não há ninguém

*Mesmo escondido

No mais pequeno recanto

Há alguém que o ama tanto

Que não o confessa

*Por isso arranje-lhe coragem

E dê-lhe um beijinho na testa

Autora- [Eu]


Natal 08 Ano Novo 09

                                    As minhas férias vulgarmente normais

                                                         Capítulo 1

 

                Dia 18 de Dezembro 

    Fui para a escola, quando cheguei estava um ambiente de festa muito bom, afinal era o fim do 1º período, e com ele iam as aulas passear durante alguns dias. Pouco depois de entramos, fizemos o “Amigo Secreto”; estava impaciente, pois não sabia se o meu amigo secreto ia gostar do presente que lhe ia dar. Entretanto jogámos alguns jogos, convivemos um pouco, até que fomos para o recreio. No recreio, eu e um grupo significativo de crianças, estávamos a brincar com a prenda que o Alberto recebeu – uma espécie de pena aumentada do badmington. Depois, já cansada de andar aos saltos, fui para a sala de aula perto das 10:30h e daí fomos todos para a missa.

   Achei a missa encantadora, pois o padre falou de uma maneira diferente !!

 

                                                     Capítulo 2

     Aqueles 5 dias que faltavam para o Natal, pareciam 5 meses, longos, duradouros, extensos, o que lhes quiserem chamar. Neles – Escolhi presentes, comprei presentes, fiz presentes, embrulhei presentes, pus etiquetas e laçarotes nos presentes… Estou a brincar, claro que fiz isso tudo, mas não só, também decorei a minha casa com luzinhas e pais natais, tal como renas e outros. Ajudei os meus avós a decorarem a “adega”  ( é assim que chamamos a esse espaço) com muitas luzes nas escadas, bonequinhos nos candeeiros, etc. Basicamente este foram dias de decoração/preparação para a Véspera e dia  de Natal de 2008.

 

                                                      Capítulo 3

     Viva! Chegou a  véspera de Natal, estava excitadíssima, pois naquele dia viriam festejar connosco, os primos dos meus tios: eram quatro crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 10 anos, mais os meu priminho  de 4 anos e a minha priminha de 2 anos. Aquele  dia foi divertidíssimo, pois, para além de ter brincado muito, recebido presentes muito fofos, como – um portátil, uma máquina fotográfica, entre outras coisas – apercebi-me que natais com muita gente são delirantes e o convívio para mim é a parte melhor do Natal. Foi muito engraçado, pois como era muita gente que ia a minha casa, as prendas não cabiam debaixo da árvore de Natal, tiveram de ir para a escada, que, mesmo assim, ficou a transbordar de prendas.

 

 Capítulo 4

 

     No dia de Natal almocei e depois fui para Lisboa. Foi muito divertido, pois para além de me ter empanturrado de pastéis de nata de Belém, dei um grande passeio e tirei muitas fotografias da cidade e dos monumentos.

 

Capítulo 5

     Era de noite e faltavam cerca de 5 horas para ser 2009!

     Nessa noite fui jantar com os pais ao restaurante  Chinês, foi uma experiência de fim de ano muito gira! E à meia noite celebrei o fim e o começo de ano com Compal de pêssego, óptimo para o paladar. Hi,hi!

Imagem oferecida por Hellas Multimedia

 

Student Friends

                                      O meu animal de estimação

     Olá a todos, vou-vos falar um pouco sobre o meu animal de estimação.

     O meu animal de estimação é uma pássaro, mais precisamente, um canário, ele chama-se Pavaroti, um nome de um cantor excelente e também muito conhecido. 

  • Tem as penas de um colorido em degradé, pois começam em amarelo forte e acabam em branquinho;
  • Ele é pequenito, e muito fofo;
  • Canta maravilhosamente, o seu piar é moderado e,quando quer, troca de som ( de grave para agudo ou  de agudo para grave);
  • O seu estilo de música preferido é fado, e gosta também de músicas do Pavaroti ( cantor referido há pouco),

  Agora vou vos contar uma pequena história sobre o meu canário:

 

     Um dia, coloquei a gaiola dele em cima da bancada da minha cozinha, para pôr água e comida no bebedor e comedor respectivamente, quando, de repente, apercebi-me que tinha deixado a porta da gaiola aberta, e foi aí que reparei que ele tinha saído!  Então, muito nervosa, sem estar à espera, eu assobiei e ele entrou na sua gaiola por vontade própria, o que me deixou estupefacta!

     Mas ainda hoje tremelico só de pensar se ele nunca mais aparecesse…

 

   Hábitos inconvenientes do Pavaroti (canário):

 

 

  1. O Pavaroti às vezes quando estou a ver televisão na sala e é importante, ele parece que adivinha ,põe-se a cantar mais alto que a televisão e ainda por cima não baixa o tom.
  2.  Eu ainda não resolvi este mistério, mas penso que é por ouvir o barulho dos talheres, começa a cantar quando estamos a jantar, o que incomoda tremendamente a minha irmã mais velha. Mas aos poucos já o temos ensinado de quando dizemos ” Chiuu”, não é para cantar, apesar de bastar eu olhar para ele com ar de zangada que se cala logo. Hi,hi!!

Composição

                          A Minha Visão para o Mundo!

     São 4:16  horas da manhã, e levantei-me com o despertador tocando a música dos Oásis. Agora vou falar-vos um pouco da única abertura directa entre mim – e só eu – e o exterior. Ela é a janela do meu quarto, a fonte de todas as minhas descobertas sobre o mundo exterior.

     À minha esquerda encontra-se um elevado candeeiro de rua, a sua grande missão neste mundo é iluminar as noites escuras e sombrias. Por trás dele, ergue-se um grandioso prédio de cor amarela e janelas verdes.

     À frente da minha janela, um puco desfocada, serpenteia uma estrada, pela qual desce um fortíssimo rio cncebido pelas águas da chuva desta madrugada. Por estranho que pareça, é possível observar o desatino dos carros de um lado para o outro, a esta hora. Um pouco mais ao fundo despontam árvores e mais árvores formando um pinhal verde e húmido.

     Do outro lado do pinhal, restaurantes mostram as suas placas de identificação que dão luz à noite.

     À direita da estrada, descubro um também elevado poste que ergue uns pesados fios deelectricidade. Logo ao lado, contemplo uma bonita e engraçada clínica veterinária, com a sua pequena e verdeluzinha, em forma de cruz, acesa. Encostada à clínica situa-se uma pequenina igreja dacomunidade “Evangélica”; com as suas lindas canções encantam a estrada, mas, por vezes, torna-se um pouco irritante, de tanto nos obrigar a ouvir. Imediatamente ao lado da Igreja, surge uma moradia também de cor amarela e de janelas verdes.

     Agora, diante de mim, admiro a beleza da noite – madrugada- com o céu estrelado, e o barulho da água a escorrer no passeio calcetado.

     E assim termino o Texto Orientado de Natal, às 4:50.